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“A palavra Bruxa, surge de uma bela e antiga palavra e prática egípicia “baq” que significa: poder feminino; mulher de poder; mulher que conhece o seu poder e o usa. Ou seja, bruxa significa “mulher empoderada”.

Mater Suspiriorum fala de uma forma poética sobre o conhecimento como veículo para potências que pairam entre e através de nós, o poder para produzir mudanças, o poder da transformação, uma ponte entre os vivos e os mortos. Mas também alerta sobre o cuidado que se deve ter com aquilo que se deseja, do cuidado ao “brincar” com poderes maiores que o seu, da importância do conhecimento e da sabedoria do uso do poder.

Mater Suspiriorum faz parte da intervenção Phantasmagoria, um nome que atravessa os séculos, evocando os estados de trevas que nos assombram e encantam, remete ao onírico, ao oculto, um cortejo de “phantasmas” assombrando lugares e pessoas, criando um espaço/tempo-outro de experimentação, encantamento… e melancolia.

 

Sinopse

Ela se aproxima lentamente, a silenciosa sem rosto. Ninguém a vê chegando, ninguém a vê partindo. Surge como que do nada, em melancólica procissão, sob o Sol ou sob a Lua, indiferente.  Traz consigo um ser, está vivo? Morto? Parece um espelho, tudo o que se projeta nele, sejam atos, pensamentos, emoções ou sentimentos, mais cedo ou mais tarde voltará, como um reflexo, para aquele que fez a projeção. Cuidado com aquilo que deseja!

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Release

Mater Suspiriorum é uma performance poética, livremente inspirada na tradição da literatura gótica do século XIX, nos espetáculos de fantasmagoria do início do século XX e nos filmes “Suspiria” e “Inferno” de Dario Argento, elementos que fazem parte das bases estéticas e temáticas da Companhia da Sombra desde sua fundação, mas também incorporando a dinâmica da arte da performance e da intervenção artística do cenário das artes contemporâneas. Como tal, Mater Suspiriorum se caracteriza por uma apropriação de um espaço que, durante um tempo pré-determinado, é resignificado como um palco para uma performance individual. O jogo cênico se estabelece entre a figura em cena, o espaço, a marionete e o público e varia de acordo com as características específicas de cada local de apresentação da reação/participação das pessoas, ou mesmo do período em que a intervenção acontece. Esse jogo em aberto se dá dentro de uma estrutura com 3 momentos definidos: 1) a “bruxa” chega ao local de apresentação em uma procissão em que interage com as pessoas (10 minutos) carregando o corpo morto da marionete; 2) a evolução livre e dinâmica da performance (20 a 30 minutos) em que a “bruxa” recitando um poema de Augusto dos Anjos tenta dar vida a marionete e algo inesperado acontece (aparição da Mater Suspiriorum) e desenrolar dessa aparição; 3) O retorno ao local de onde veio, Mater Suspiriorum toma posse do corpo da suposta bruxa que segue procissão de retorno com a boneca viva interagindo com as pessoas (10 minutos).

 

Ficha Técnica

Pesquisa, criação e performance: Daiane Baumgartner

Assessoria Artísticas: Bruno Hayata e Rodrigo Emanoel Fernandes

Texto: Augusto dos Anjos

Boneco e Máscara: Daiane Baumgartner

Fotografia: Bruno Hayata

Comunicação Visual: Glaucia Silva

Produção: Daiane Baumgartner

Realização: Companhia da Sombra

Apoio:  ComunArte – Comunicação e Cultura, Casa de Cultura da Vila Guilherme – Casarão, Donna Anita Ateliê, Juliana Joia Make-up e Metamorfaces – Teatro de Mímica e Bonecos.

 

Links Internet

Site: www.companhiadasombra.com.br

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Twitter: @CiadaSombra

Canal youtube: https://m.youtube.com/channel/UCb6keoI7APBmCZN4PPi-KLQ

Fotos disponíveis em: https://www.flickr.com/photos/134972462@N08/albums/72157672960021843

Vídeo de apresentação disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=nOOt7qTvrto

Vídeo de ensaio disponível em: https://youtu.be/QwCEWyFCo2s

 

Agenda de Apresentações

 

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